Ressonância Magnética de Crânio com Espectroscopia (ERM)

Exames neurológicos no CURA

A espectroscopia de ressonância magnética (ERM) é uma técnica avançada de neuroradiologia diagnóstica, não invasiva, que avalia mudanças químicas nos tecidos encefálicos. A espectroscopia de prótons de hidrogênio tem como aplicação clínica ajudar no diagnóstico diferencial de diversas lesões focais ou generalizadas, principalmente de doenças degenerativas. Ela pode ser uma ferramenta essencial no auxílio diagnóstico de síndromes demenciais (doença de Alzheimer e outras), doenças desmielinizantes (esclerose múltiplas, adrenoleucodistrofia), infecções (encefalite por HIV), doenças metabólicas (erros inatos do metabolismo e encefalopatia hepática subclínica), avaliação de traumatismos cranianos, lesões isquêmicas (hipóxia neonatal e acidentes vasculares encefálicos isquêmicos) e tratamento cirúrgico para epilepsias, com destaque para a epilepsia associada à esclerose mesial temporal.

 

Ressonância Magnética de Crânio com Fluxo Liquórico

Trata-se do estudo da velocidade e sentido do fluxo do líquido cefalorraquiano (LCR) através da RM. É realizada na suspeita de alterações dinâmicas do fluxo do LCR. Esta técnica contribui para o diagnóstico de hidrocefalia de pressão normal (HPN) e hidrocefalias obstrutivas, além de ser importante na avaliação pré-cirúrgica para derivação ventrículo peritoneal (DVP) em pacientes com HNP.

 

Ressonância Magnética de Crânio com Tractografia

A técnica de tractografia por ressonância magnética é uma das mais recentes técnicas de imagem desenvolvidas para o estudo do sistema nervoso central, ainda em fase de aperfeiçoamento. A técnica estuda um conjunto de fibras nervosas através dos traços de difusão da água representada por um tensor. É realizada a união de vários pontos até formar a imagem de uma via nervosa, que indica o possível trajeto das conexões neurológicas ao longo da substância branca. O diâmetro e a densidade das fibras nervosas podem ser detalhadas, assim como a mielinização e a desmielinização das mesmas. É possível estimar ainda as vias nervosas presentes nas substâncias brancas. O exame é indicado na avaliação de doenças degenerativas, esclerose múltipla e no planejamento de cirurgias de epilepsia e de tumores cerebrais.

 

 

 

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