Cura Fetal e Cura Lab Fetal oferecem exames complementares para identificação de patologias maternas e fetais

Em dia com a evolução tecnológica e com o objetivo de oferecer resultados cada vez mais precisos o CURA FETAL E O CURA LAB FETAL ampliaram a gama de exames complementares no suporte para as patologias maternas e fetais.

Atualmente já se encontram disponíveis aos clientes do Cura Imagem e Diagnóstico uma série de exames que identificam síndromes genéticas, rastreamento de trabalho de parto prematuro e pré-eclâmpsia.

Confira abaixo a listagem dos exames oferecidos:

  • Sexagem fetal

Identifica por meio de uma amostra de sangue o sexo fetal a partir da 8ª semana de gestação. Pode ser usado do ponto de vista médico nos casos de doenças genéticas atribuídas a sexos específicos, porém é amplamente utilizada para precocemente determinar o sexo do feto.

  • Marcadores bioquímicos para rastreamento de Síndromes Genéticas e Pré Eclâmpsia (Perfil Bioquímico de primeiro trimestre – Fração livre do B-HcG, PAPP e PLGF)

Preferencialmente coletado na 10ª  semana de gestação, mas pode ser realizado entre 10 e 14 semanas. Quando utilizado em conjunto com o morfológico do primeiro trimestre com doppler colorido, os exames bioquímicos  possibilitam ampliar a sensibilidade na detecção das síndromes genéticas e rastreamento de pré-eclâmpsia.

Os resultados em conjunto com os dados biofísicos do ultrassom (Translucência Nucal, Osso Nasal, Doppler do Ducto venoso , valva tricúspide e de artérias uterinas) e através do programa da Londres da Fetal Medicine Foundation possibilitam o cálculo individual dos riscos e auxiliam na decisão do melhor acompanhamento obstétrico.

  • DNA Fetal no sangue Materno (NIPT)

Para detectar as alterações genéticas mais frequentes de forma não invasiva é preciso utilizar uma técnica que identifica a partir do sangue materno o DNA do feto. Utilizado com rastreamento antes de 11 semanas, a pesquisa no sangue materno pode ser realizada a partir da 10ª semana de gestação.

Nos casos de alto risco podem auxiliar a elucidar e tranquilizar os pais em relação as principais alterações cromossômicas. Habitualmente nos casos suspeitos após o exame morfológico do primeiro trimestre, podem com alta sensibilidade detectar alterações cromossômicas por coleta de sangue materno sem riscos diretos ao feto. O teste consiste em detectar DNA fetal circulante no sangue da mãe para analisar os cromossomos 21, 13, 18 e os cromossomos sexuais, já informando também o sexo do feto.

Nos casos de doenças genéticas específicas ainda existe o NIPT AMPLIADO  que permite ainda identificar doenças como Síndrome de diGeorge, cri-Du-Chat, Angelman entre outras.

  • Biópsia de Vilo Corial

É um exame pré-natal invasivo feito durante a gravidez (entre 11ª  e 14ª semanas) que diagnostica alterações cromossômicas, além de outras doenças genéticas. Com uma agulha, o médico extrai material genético da placenta. O material coletado pode ser estudado por meio do cariótipo convencional ( Banda G) ou por diagnósticos mais avançados  moleculares como FISH e PCR a depender da suspeita diagnóstica.

  • Amniocentese

Realizada a partir de 16 semanas até 24 semanas consiste na coleta de líquido amniótico possibilitando a análise genética do feto, bem como na investigação de infecções fetais por análise de PCR e também na investigação de doenças específicas como, por exemplo, erros inatos do metabolismo.

  • Fibronectina Fetal

Realizada entre 22 e 36 semanas, consiste numa coleta de secreção vaginal com o intuito de identificar gestante com alto risco de trabalho de parto prematuro nas próximas 2 semanas da coleta .